Torcedores e jogadores do Sport Clube Internacional têm um incentivo a mais para vencer a disputa contra o Grêmio neste domingo, 2 de maio. Incentivo este que tem nome e sobrenome: Rafaela Ribeiro, 28 anos. Eleita a nova musa do Inter, a gaúcha de Novo Hamburgo foi citada como “colorada de sangue, alma e coração” no site oficial do time. A musa é paixão unânime mesmo entre torcedores de clubes rivais, privilégio conquistado após revelar suas curvas em ensaio sensual no site Bella da Semana.
O futebol está presente em todos os aspectos da vida da musa. Além de modelo, ela é fisioterapeuta, especializada em lesão no esporte. Para completar, é também acadêmica de Educação Física e blogueira do “Coloradas na Área”.
A musa revela que a paixão pelo Inter vem de família: pai, mãe e avós são colorados. “Na família, o páreo entre os mais fanáticos é duro”, diz Rafaela. Para ela, dentre as poucas coisas na vida que são realmente capazes de comovê-la, uma delas é estar no estádio, acompanhando de perto as jogadas de seu time.
Perfil Rafaela Ribeiro Nome Artístico: Rafaela Lasta Ribeiro Nome: Rafaela Ribeiro Data e local de nascimento: 06/12/1981 Cidade onde mora? Novo Hamburgo-RS
Signo: Sagitário Medidas Altura: 1,78 m Quadril: 110 cm Cintura: 67 cm Busto: 110 cm Pés: 36 Profissão: Fisioterapeuta; técnica de Enfermagem; acadêmica de Educação Física; modelo. Atividades físicas que pratica: Musculação e Boxe – Conte-nos um pouco sobre a sua paixão pelo Internacional: quando resolveu fazer a tatuagem em homenagem ao time, desde quando acompanha os jogos, se a sua família se reúne para assistir aos jogos… A paixão vem de família. Pai, mãe, avós colorados. Sempre acompanhando os jogos, passando pelos difíceis anos 90, sem virar a casaca. O Inter apenas coroa a minha paixão por esportes, pois, além de modelo comercial, sou Fisioterapeuta; acadêmica de Educação Física; blogueira do “Coloradas na Área” (www.coloradasnaarea.blogspot.com). Na família, o páreo entre os mais fanáticos é duro. A tatuagem “Nada vai nos separar”, que é uma citação de um hino que a torcida canta fervorosamente, no estádio, fiz em homenagem à Conquista do Título Mundial, em 2006. Quando não vou ao estádio, o que é raro, assisto aos jogos sozinha, pois fico muito tensa, não suporto os “corneteiros”.
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